sexta-feira, abril 05, 2013

Um dia...

Um dia vou ter uma casa de banho assim...

Home in the last few days

Nos ultimos dois dias passei por Pai uma pequena cidade a 100km norte de Chiang Mai.
A melhor forma que me descreveram Pai, e eu faço das palavras de Mark as minhas, Pai é uma tipica vila de praia sem a praia..calma,relaxada, agradevel para apenas destilar os dias..os dias são quentes,as noites agradaveis e as madrugadas fresquinhas..
A minha "casa" nos ultimos dias foi uma pequena cabana feita toda em bambu e com telhado feito de folhas de palmeiras ou outra arvore que não consegui identificar. O wc era do tipo Shared bathroom, mas eu prefiro a ideia very shared bathroom, pois servia toda uma multidao. No entanto é de salientar que embora precarias as condicoes, havia muita limpeza.
Para chegar ao centro da vila tinha de atravessar uma ponte de bambu, que a primeira vez que por la passei tinha a sensaçao que se desmoronar,mas ha 2a ja confiamos!





quinta-feira, abril 04, 2013

Voei na minha mota..

Voei na minha pequena mota pelas estradas da tailandia..embalei-me com uma brisa suave e um alcatrao em bom estado e sem ninguem..
Passei por bonitos cenarios, constatei alguma da realidade dos tailandeses por estas zonas..hard working people!






quarta-feira, abril 03, 2013

Muay Thai Night!

O destino quis que assim fosse. Dois portugueses sentaram-se lado a lado num show de Muay Thai em Chiang Mai...
O resto? É historia!
Um abraco forte ao Luis Torres, um verdadeiro viajante do mundo que faz do seu tempo de ferias uma opurtunidade por viajar..

Lost in..Chiang Mai









terça-feira, abril 02, 2013

Pelas estradas de Ayuthhaya

Perdi-me por estradas e templos em ayutahhya. Na companhia de uma bicicleta, uma brisa suave e um companheiro de viagem que conheci umas horas antes, esta cidade revelou-se a nos em todo o seu esplendor.
Fintamos o calor e a morte certa em
Varios cruzamentos e rotundas sem sinalizacao, ate encontrar pequenos mas iluminados momentos de paz. Uma das antigas capitais da tailandia, proporciona-nos um dia unico replecto de boa energia e bonitas fotografias.
O dia culmina com as ultimas cores do sol sobre wat hai chaimongkhon e os seus budas cobertos de simples mas lindos panos laranja. É estranho como um local no meio de tanto transito e confusao consegue ser uma ilha de paz. Agradecemos, talvez a Buddha a opurtunidade de presenciar tal beleza com a cor certa do fim do dia e sem multidoes. foi a recompensa unica depois de um dia a ver monumentos debaixo de um sol torrido e a fintar dezenas de elefantes a passear turistas. Em 10 minutos, Ayutahhya conquista-nos. Voltamos ao hostel em silencio mas com um sorriso interior. O dia que comecou com uma rapida mudanca de planos graças a um comboio esgotado para chiang mai, nao poderia terminar sem comida tailandesa e a uma ida a bar/discoteca genuinamente tailandesa, onde nos ocidentais somos claramente a especie exotica.
Foi interessante ver como os locais olhavam para nos e se vinham apresentar, perguntando nacionalidade e nome num ingles timido e por vezes quase indecifravel.
O povo tailandes complementa com um sorriso simples e honesto,dando ainda mais relevo a toda esta viagem.

sexta-feira, março 29, 2013

Bangkok in a shoestring..

Foi um dia bem passado em Bangkok.
O objectivo traçado no inicio do dia foi alcançado, descobri a cidade a pé..
Alguns km,muito suor e varios liquidos se agua depois, chego ao quarto so hostel com a sensacao de dever cumprido..as minhas pernas levaram-me pela chinatown, wat pho, grand palace, kho san road, golden mountain e depois voltei ainda pela chinatown. Tal foi a diferenca de imagens que por mim passaram, que ainda confesso que não consegui processar toda esta informação nova. Bangkok vive a uma velocidade impressionante, mas mesmo assim consegue ser estremamente tranquila e pacifica. Se evitarmos os normais esquemas com transportes, podemos facilmente disfrutar das ruas sem qualquer precalço.
No fim do dia, consigo encontrar um pouco de silencio numa parque perdido da cidade. Ao longe constato que os tailandeses nutrem uma postura de bem estar, correm, praticam yoga e tai chi em grupos na relva e ainda encontro um ginasio em pleno ar livre onde os levantadores do ferro são reis.
No final do dia, depois de um banho ajnda me aventuro noutra jornada a pé ate Patong, o bairro da noite de Bangkok. É uma realidade distinta, onde a prostituiçao em massa é uma realidade e a expressao mais ouvida é ping pong show..
Mais um dia sobrevivi nesta aventura por este lugar distinto mas muito bonito..

quarta-feira, março 27, 2013

A vida em escala..

O preludio desta aventura pela Tailandia, começa por esta escala no Dubai.
Confesso que desilude-me que tudo o que va conhecer do Dubai é o aeroporto, mas ja aqui se notam pequenas diferenças.
Devido a crescente importância da companhia Emirates no mundo, o Dubai surge cada vez mais como um ponto de escala entre os mais diversos destinos: Bangkok, Lisboa,Rio de Janeiro, Buenos Aires, Beirut...o que se traduz num
mix cultural bem evidente, apesar de se tratar de uma arquitectura bem ocidentalizada..

domingo, março 24, 2013

terça-feira, setembro 14, 2010

Por vezes não entendo o porquê.
Porque continuo a querer ir ate ao fim de uma estrada, até à proxima curva, ir até além do que se vê do meu circulo. Porque não me sinto preenchido por um sofá quente, um abraço familiar e uns lençois lavados.
Não percebo porque na minha mente, romper com esses confortos é imperioso para mim, não ententendo porque tenho desejo de sentir o frio, a escuridão, o medo, a solidão, a incerteza.
Porque encontro realização quando nada tenho e não tenho a perder...

sábado, agosto 14, 2010

Um dia será a minha vez



Um dia.

Um dia, mais cedo do que eu imagino, será a minha vez.

Será a minha vez de me perder no mundo, de colmatar este estranho vazio que sempre senti dentro de mim. Este estranho vazio que me faz sentir sempre de partida, mesmo quando me sinto feliz, mesmo quando beijo com paixão, mesmo quando abraço com ternura.

Eu poderia viver em... : Pedrogão Pequeno.


Facilmente me imagino a viver a minha meia idade num local como este. Casa brancas, tranquilidade, estradas em calçada e tardes que levam tempo a passar.
Acordar e poder abrir as portadas do quarto e sentir os primeiros raios matinais, sair de bicicleta para comprar o pão, fazer o almoço para a familia. E ao fim do dia juntar os amigos para uns grelhados ao som de uma musica vinil.

quinta-feira, agosto 05, 2010

Jim Richardson on Night Photography -- National Geographic

Jim Richardson on Night Photography -- National Geographic

Entre o destino e o caminho

Novos desafios de avizinham...
Num rasgo de esforço e sorte, a minha estrada da vida mudou subitamente.
O destino? Medicina Veterinaria, algo que me complementa, um destino que me entusiasma.
o Caminho? 5 anos de intenso esforço divididos entre um emprego e a faculdade, longe da minha cidade tranquila, longe dos meus pequenos prazeres que só Torres Vedras permite, longe das fortes amizades então traçadas, longe da comida maravilhosa, longe das ondas de peniche, longe dos longos passeios de vespa, longe de muita coisa que faz sentido para mim.
No entanto mais do que tudo paira a duvida da viagem, da volta ao mundo pensada para antes dos 30 anos. A minha emancipação interior.. com um reduzido horario e necessariamente um reduzido ordenado, a estrada tende a conduzir-me para longe deste sonho.

No fundo por mais turtuosa que pareça a estrada, o importante é caminhar nela.

quinta-feira, junho 17, 2010

Tempos de redenção...


Volto hoje ao fim de quase 6 meses de retiro, volto hoje ao modelo de vida que realmente quero levar, escrever.
Entre 6 meses, muito se passou e muito ficou por passar.
Nestes meses cumprir desejos e perdi batalhas.
Viajei mais uma vez, desta vez em "modo" turista e não gostei. Não gosto da forma como estamos em patamares diferentes dos locais, não gosto da forma como não nos integramos nas ruas, não gosto de comer comida europeia num pais das caraibas, não gostei ser turista.
Cumpri um sonho de adolescência, comprei uma vespa. Ainda muito recente pelo que não tive ainda tempo de tirar partido da liberdade que me irá proporcionar.
Tive de novo uma motivação profissional, voltar para a faculdade ao mesmo tempo que mantenho a minha profissão e frequentar o curso de veterinaria. No meio de quase um dificil e de adaptação dura à realidade da minha profissão, que me sugou a motivação e alegria interior, uma luz reacendeu-se no meu coração. Lutar por conseguir alcançar uma profissão que me motive. Hoje escrevo um pouco desolado, mas não vencido. Por falta de um papel a minha candidatura está seriamente comprometida. Um papel que me separa de uma batalha que quero travar, um papel, um simples papel que me tira o sonho.
Para o ano? Não sei se tenho a motivação suficiente para me aguentar na mesma lenga-lenga diária, para aguentar mais um ano para tentar fazer os exames necessários.
Viajei hoje durante o dia em encruzilhadas mentais,em que soluções encontrar, caminhos a percorrer... no entanto, confesso que penso que me faz bem sentir-me ocasionalmente assim, imputente perante os obstácuos. Nestes dias em que perdemos batalhas, renascem outros objectivos, traçam-se novas metas...reenchem-se os pulmões para as novas "guerras"...